Retalhos de uma vida - Livro do autor do blog

http://www.bookess.com/read/7054-livro-retalhos-de-uma-vida-/ ISBN - 978-85-8045-076-7 Definir um livro pela resenha é um fato que só é possível quando o livro realmente apresenta um conteúdo impar, instigante, sensível, inteligente, técnico e ao mesmo tempo de fácil entendimento....e Retalhos de uma vida, sem sombra de dúvidas é um livro assim. Parabens, o livro está sendo um sucesso. Ricardo Ribeiro - psicanalista

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Razão existencial - Eros e Tânatos

Psicoanalizare: Razão existencial - Eros e Tânatos: "¨ O surgimento da vida seria, então, a causa da continuação da vida e também, ao mesmo tempo, do esforço no sentido da morte. E a própria vi..."

domingo, 29 de maio de 2011

Ser ou não ser consciente

Portaldosmeuslivros: Ser ou não ser consciente: "Tudo na paixão parece ser cor de rosa, em que a exaltação das almas retira a possibilidade do ser humano ser consciente. Como isso pode aco..."

Fingir na cama é prova de amor

Foi bom pra você?
70% das mulheres já fingiu orgasmo. E 25% dos homens também (!). Mas só 50% deles sabe identificar quando ela está fingindo.
De tudo isso, na verdade, já se sabia desde 2000, quando pesquisadores ingleses entrevistaram 16 mil adultos sexualmente ativos para traçar um panorama da vida sexual do povão de lá – em especial, sobre o quanto eles se dispunham a fingir orgasmos na hora H.
Mas aí o economista Hugo M. Mialon, da Universidade de Emory, em Atlanta (EUA), parou para analisar esses dados e chegou a conclusões inéditas: (1) se você acha que o parceiro vai conseguir perceber que seu êxtase é de mentira, dificilmente vai tentar fingir; (2) homens de 30 anos fingem mais do que os de 20; (3) mulheres de 20 anos fingem mais do que as de 30; (4) ambos os sexos fingem mais após os 50; e (5) quanto mais você ama o parceiro, maior a probabilidade de fingir o orgasmo.
O que reverte a lógica e mostra que ser enganado na hora dos finalmentes pode ser uma coisa bem boa, né? Pensa aí: se a pessoa parece estar se divertindo bastante, ou você é muito bom de cama ou ela te ama o suficiente para fazer todo um teatro. Ô beleza!
fonte

POSTADO POR SILVANA MARMO- http://conversandoumpoucodetudo.blogspot.com

sábado, 28 de maio de 2011

A queda dos mitos

Nos tempos primitivos, as causas das maleitas nervosas e orgânicas, e todos os eventos naturais causadores de medo e destruidores eram endereçados aos Deuses, seres sobrenaturais que tudo podiam, que por isso teriam que ser tranqüilizados através de oferendas, orações e rituais.
Com o avanço da ciência e tecnologia no decorrer dos séculos alguns mitos vão caindo por terra, em que o ser humano aos poucos começa a perceber, que tais fenômenos são próprios da natureza, e o sobrenatural é colocado um pouco mais acima, num Deus único que tudo governa.
As causas dos desvios do comportamento, da insensatez, e de alguma loucura, eram entendidas como provenientes de um poder superior, que estaria para além dos próprios homens, que o transcendia.
Existem relatos, que há pouco mais de um século as mulheres histéricas e homossexuais, por exemplo, eram levados á fogueira por serem considerados aberrações da própria natureza, almas possuídas pelo o demônio.
Não será difícil perceber como o processo de desconstrução mental é lento, eu diria até, demasiado lento, a que nem todos os indivíduos e sociedades aderem, em que damos conta de vários andamentos, em que uns parecem estar colocados na primitividade, e outros na modernidade.
O mesmo podemos observar em alguns elementos de uma mesma comunidade, cujas diferenças são acentuadas em relação aos demais, gerando conflitos de toda a ordem.
Observemos o atraso com que o homem apanha o trem do mais saber, quando os grandes mestres que deixaram obra, só na realidade começam a ganhar algum relevo um século após sua morte, como se estivessem de quarentena á espera que o vírus fosse afastado da interioridade humana.
Não se trata da capacidade do homem em relação ao aprendizado, dado que ser inteligente tudo pode aprender, mas antes de uma recusa em incorporar novas idéias, que tendem a contrariar as existentes, emergindo uma sensação de violação a uma lei psíquica instalada.
A intolerância e prepotência do mundo de hoje, nos faz saber, que estamos de novo perante uma indecisão mental, em que uns não aceitam as ¨ modernices ¨, e os mentalmente ¨ evoluídos ¨ julgando-se iluminados recusam o pensamento mítico e primitivo.
Ainda não perceberam, que a evolução carece dessas diferenças, sendo o potencial diferenciado o único que é capaz de gerar energia, e mover o Universo, em que as diferenças aguça o desejo pelo o mais saber como meio de provar a si mesmo, que não aos outros, o quanto está certo de suas próprias convicções.
Enquanto afirmação de si mesmo o homem evolui.
Enquanto exclusão do outro o homem provoca a guerra.
Enganam-se todos aqueles que julgam que o caos pode conduzir inevitavelmente à guerra, dado que sem instabilidade não existiria evolução, mas parecem estar certos todos os outros,
que percebem nesse estado caótico os ventos da mudança.
Só nos resta saber quantos milhares de vidas têm que ser ceifadas, e em nome de quê, para regressar a humanidade a um controle emocional, que lhe permita uma relação harmonioso com os demais, seus semelhantes.
Os poucos indiferentes a essa luta insana, seguem seu caminho, um doloroso caminho, diria, dado que se excluem dessa sede poder, que tudo arrasa para continuarem as coisas mais ou menos como antes, em que tanto uns, quanto os outros apresentam o mesmo sintoma, embora estejam em lugares opostos.
Eis o mito da verdade e da razão, que tenta sobrepor-se a uma forma mitológica preconceituoso, que estabelece na prática a destruição, não dos mitos, mas da própria humanidade.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A mágica da ilusão

O desejo pelo o mais saber, não retira o homem, como por encanto, do campo da ilusão, quando julga que algum saber, possa reformular as idéias adquiridas de uma formação infantil.
Esta será a ilusão criada em cima dessa outra, que algum dia a intelectualidade possa conduzir o homem a uma relação harmoniosa com as coisas, e o mundo à sua volta.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Tese de mestrado de um psicólogo social

Tese de Mestrado da USP - Plínio Delphino, Diário de São Paulo. O psicólogo social, Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo.

Tese de Mestrado da USP - Deve ser Lido!!!
'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

Plínio Delphino, Diário de São Paulo. O psicólogo social, Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo.
Ali,constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada
e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio
período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência',
explica o pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos
corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?'
E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?

Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'. Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
Respeito: passe adiante!
Fonte - variedades-folheados.dihitt.com.br

O ser em psicanálise

A partir da teoria de Freud, o Ser não é mais o não Ser, porque sempre é em qualquer dimensão, embora de maneiras diferentes