sábado, 22 de fevereiro de 2014
Crianças reprimidas
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Curso de formação em Psicanálise
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Psicoanalizare: A vida e morte da juventude
Psicoanalizare: A vida e morte da juventude: Os jovens são irreverentes, criativos, impulsivos e inocentes, mas possuem o tesão que falta à maioria de nós adultos, adormecidos por tanta...
sábado, 4 de janeiro de 2014
No caminho de Freud
Nós somos potência.
Em potência podemos ser qualquer coisa.
Entre tantas possibilidades, algumas serão mais potencializadas que outras.
A teoria da probabilidade nos permite perceber o que pode acontecer no futuro, porque algo se repetiu tantas vezes, que será provável que se vá repetir de novo.
No entre jogo das forças podemos criar potência, ou sentirmo-nos impotentes.
É a partir da potência que são gerados movimentos que podem provocar impotência em consequência.
Impotência não parece que seja coisa da própria natureza, o que existe são fatores que a possam inibir, em que a própria potência se encontra nesses fatores.
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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Felicidade
Felicidade
• O que ela não é.
Até hoje ninguém deu resposta definitiva do que é a felicidade, ou possa ser, talvez, porque seja um estado transitório entre a alegria e a tristeza, a satisfação e insatisfação, a dor e o sofrimento.
Portanto, felicidade não é um estado absoluto de alegria e satisfação, dado que de vez em quando é contrariado por estados de tristeza, de dor e sofrimento.
Assim, devemos considerar que a felicidade depende muito mais da existência de conflitos emocionais, do que da procura em qualquer lugar, aliás, inexistente, dado resultar de um rácio entre satisfação e insatisfação.
Desse modo, a felicidade eterna não pode existir, e quem a promete, mesmo que seja uma questão de fé, não passa de uma possibilidade por cumprir, uma ilusão.
Trabalhamos sob a influência de uma ilusão de felicidade, que conseguimos por momentos, mas não a tempo inteiro, para apaziguar nossas angústias e tristezas, que não se encontrando neste lugar encontra-se no além.
Se ela não existe, pelo menos não é visível, há que procurá-la, dizem alguns.
O problema é que quanto mais a procuramos mais ela nos parece fugir, dado que existe uma teoria para a prática do bem estar que o ser humano não quer, ou não sabe enxergar, porque isso exigiria dele uma transformação real.
Não a procurar parece ser a primeira condição, não para a encontrar, mas para refletir, como, e o que fazer, para que possa ser possível retornar a um estado de felicidade então perdido, que impõe a tristeza, a dor e o sofrimento.
Se a procuramos é porque se transformou em desejo, devido a um outro desejo que não deseja sentir a tristeza e insatisfação, o que nos leva a estudar com maior cuidado os princípios básicos da psicanálise Freudiana, no que é referido ao princípio do prazer.
Felicidade, por isso, não é sentimento a que tenhamos acesso de forma direta, que só se revela por intermédio de outras realizações, como sejam, as relações entre seres humanos, que devem ter em conta o respeito e consideração entre os semelhantes, sejam eles quais forem.
Assim, a felicidade depende em primeiro lugar da forma como o ser humano se relaciona com o outro, e o mundo à sua volta, que tem seu aprendizado na formação infantil.
Freud – A realização de um desejo infantil é o único capaz de proporcionar a felicidade.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Estímulos e indiferença
1 – Excitação de um órgão sensorial ( receptor de estímulos ).
2 – Transmissão da excitação através das vias sensitivas ao centro cortical.
3 – Recepção pelo centro cortical.
Os órgãos dos sentidos são sempre invadidos por estímulos exteriores, da mais diversa ordem, mas uma vez recepcionados necessitam de serem transmitidos ao centro cortical, para que possa o cérebro fazer a recepção desses sinais elétricos.
Sabemos que nem todos os estímulos provocam excitação, a ser assim, a transmissão não terá lugar, existindo uma certa indiferença relativamente a alguns estímulos exteriores, que não a outros.
Como entender essa indiferença ?
E devido a quê, e porque mecanismos, essa indiferença será possível ?
Em primeiro lugar, seria absurdo pensar que todos os estímulos exteriores possam produzir uma excitação num ser humano, por outro lado, sabemos que os estímulos recepcionados apresentam uma intensidade de excitação diferenciada, tomando o corpo sentido de forma diferente.
Em segundo lugar, os estímulos exteriores que nos são indiferentes, ou podem ser, não servem à preservação da vida, embora muitos possam servir à sua conservação, entendido, como continuidade da vida.
Em terceiro lugar, parece existir uma analogia entre o ignorar do objeto e a indiferença ao estímulo que ele possa produzir, que em ambas as situações a excitação não é produzida na interioridade do ser humano.
Como perceber então essa sensibilidade, ou a sua falta, perante os estímulos exteriores ?
Seremos nós, enquanto corpo, insensíveis a determinados estímulos exteriores ?
Ou, pelo contrário, todos somos sensíveis, e a questão reside no grau de valorização emprestado pelo indivíduo ao estímulo vindo de fora ?
Parece que a transmissão só se dá, se o grau de valorização, importância, for dado pelo indivíduo receptor aos diversos fenômenos que se apresentam no exterior.
Como se ganham graus diferenciados de excitação, dos quais o indivíduo toma sentido depende de múltiplos fatores, que a psicanálise tenta responder através do estudo e investigação da relação entre corpos e seu impacto.
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