Retalhos de uma vida - Livro do autor do blog

http://www.bookess.com/read/7054-livro-retalhos-de-uma-vida-/ ISBN - 978-85-8045-076-7 Definir um livro pela resenha é um fato que só é possível quando o livro realmente apresenta um conteúdo impar, instigante, sensível, inteligente, técnico e ao mesmo tempo de fácil entendimento....e Retalhos de uma vida, sem sombra de dúvidas é um livro assim. Parabens, o livro está sendo um sucesso. Ricardo Ribeiro - psicanalista

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Mulher amamenta macaco

De um lado a criança a mamar, do outro o macaco a saciar-se.
Eu, que estive em Àfrica, que conheci algumas tribos, nunca me passou pela cabeça, que cerca de quarenta anos depois no Brasil, existissem tribos afastadas do mundo da civilização, que tivessem este tipo de comportamento.
São estes vestígios de uma civilização, que julgavámos perdida, que faz do Brasil o paraíso divino.
Não percam no Domingo na Globo, o fantástico.
È impressionante a cumplicidade entre as pessoas e os animais.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Psicoanalizare: Estrutura psicótica

Psicoanalizare: Estrutura psicótica: "Introdução a uma clinica diferencial das psicoses – Autor - Contardo Calligaris No capitulo – A estrutura psicótica Qualquer tipo de estrut..."

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Educação popular segundo Paulo Freire

O professor Alcides Restelli Tedesco (II Tríduo Paulo Freire – Educação Popular: 50 Anos, UFPE, 2008), defende a tese de que a obra de Paulo Freire é voltada para o diálogo, ou seja, para a condição existencial do ser humano. Para ele, na obra de Freire não há o domínio de um sujeito sobre o outro, prevalece ali a inter-relação EU e TU, e vice-versa, valorizando-se a criatividade, a interlocução e, portanto, a reflexão. Daí pode-se concluir que, na visão de Freire, o diálogo não se resume apenas em técnica didática, pois, segundo ele, não há diálogo sem amor, sem tolerância nem criticidade.
Além disso, vale salientar a sintonia que há entre o pensamento de Paulo Freire e o de alguns educadores e linguistas modernos. A ideia de círculo de cultura (e por que não de culturas?) é expressa na pedagogia do educador Tião Rocha (a quem tive a oportunidade de ver e de ouvir, no ano supracitado, graças ao programa Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo). O método de transplantação de conhecimento tem sido contestado por educadores de grande renome, como Ana Teberosky e Délia Lerner, bem como por linguistas de igual renome, como Angela Kleiman, Celso Pedro Luft, Marcos Bagno e Nelly Carvalho, entre outros.
Diante do exposto, pode-se argumentar que, consoante esses autores, em vez de se transplantar conhecimento (o que não creio ser possível), deve-se partir da realidade do estudante (seu mundo, sua vivência e sua cultura) para outras realidades (outros mundos, outras vivências e outras culturas), o que faz vir à tona a relevância do conhecimento prévio do estudante durante o processo de ensino e aprendizagem. E tais aspectos estão em sintonia com a obra freireana, daí a sintonia entre o pensamento de Paulo Freire o dos autores sobreditos.
Ademais, na ótica de Paulo Freire, a aquisição de um novo conhecimento tem como conceito básico a simetria discursiva (o diálogo entre os pares ou grupos), a saber, esse conhecimento funciona como um ato político (não para o estudante, mas com o estudante). Quer dizer, o conceito de educação popular segundo Paulo Freire parte da realidade das camadas sociais realmente populares, isto é, dos mocambos. Leva em conta o local (a região) em que vive o estudante e tem como objetivo primordial a inserção dele no processo educativo, de modo vivo e dinâmico, incluindo-o numa política desenvolvimentista.
Em tese, a educação popular, na ótica de Paulo Freire, não exclui o proletário, nem o subproletário, nem o mendigo. Ela é pautada em questões problematizadoras e envolve tanto o pensamento quanto o sentimento. Nessa concepção de educação, bens culturais, bens linguísticos e bens sociais são vistos como um direito inalienável de todas as camadas sociais. Ali se prima pela competência do estudante (ele é visto como pessoa crítica e criativa), e educar é um fazer cuidadoso (exige partilha de conhecimento, respeito mútuo, aceitação do outro e de si próprio, e assim por diante).

Fonte – www.artigonal.com

Roberto de Queiroz - Perfil do Autor:
Natural de Recife (PE). Professor de Português e Literatura. Possui especialização em Letras pela Universidade de Pernambuco (UPE), 2007, e graduação em Letras pela Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul (FAMASUL), 2003. Já foi laureado em certames literários realizados em Pernambuco, Goiás, Rio Grande do Sul e São Paulo. É autor de três livros e integrante de várias antologias. Possui ainda poemas, contos, crônicas e artigos publicados em jornais e revistas.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Fast food emocional.

Passei por um site e li o seguinte : - O desejo, cada vez mais tomado pela grande maioria com voracidade, coloca em causa o acesso constantemente facilitado ás coisas prazerosas. Se o conceito a partir de um princípio distorcido da própria função, nos faz saber que o conflito encontra-se no desejar, a conseqüência parece ser obvia, a proibição dos objetos. Perceba-se o absurdo dessa situação, em que se trata o adulto como se fosse uma criança, ou pior ainda, como animal, que não tem cérebro, acéfalo, tirando-lhe o osso, que ele próprio levou anos a construir. Não será mais que a tentativa de destruição da própria civilização, que levou séculos a construir, não só na área cientifica, econômica, política e social, como no campo da tecnologia. Digam, por favor, o que sobrará desse poder proibitivo, e destruidor ? Mexe, e remexe, a maioria só parece encontrar solução para os conflitos da mente, recorrendo ao recalque, vulgo proibição. Penso ser uma avaliação reducionista, que redunda na proibição, ou se aproxima dela, vinculando-se do mesmo modo á frustração doentia
Não consigo enquadrar tais comentários na teoria Freudiana.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Como experiências passadas influenciam nossas escolhas futuras

Como experiências passadas influenciam nossas escolhas futuras: "Neurocientistas do MIT documentaram pela primeira vez como o conhecimento obtido através de experiências passadas pode subconscientemente influenciar o comportamento em novas situações."

sábado, 1 de janeiro de 2011

Como era o sexo na Pré-História?

Os homens da Pré-História já distinguiam sexo de reprodução, usavam cosméticos naturais para incrementar a paquera, faziam sexo em posições bem diferentes do papai-e-mamãe e usavam até mesmo métodos anticoncepcionais. Pelo menos é isso que indicam os estudos feitos por arqueólogos baseados em objetos como estátuas e pinturas rupestres. Só não dá para ter certeza porque a Pré-História é caracterizada justamente pela inexistência de documentos escritos. “Chegar à verdade acerca da Pré-História é quase impossível. A arte pré-histórica, grande parte da qual tem conteúdo sexual explícito, obviamente revela coisas sobre as quais as pessoas pensavam, mas não pode refletir por completo o que realmente faziam”, afirma o arqueólogo Timothy Taylor no livro A Pré-História do Sexo. Veja nestas páginas o que os cientistas descobriram sobre os hábitos sexuais que faziam a cabeça da humanidade que habitou o planeta entre 2 milhões a.C. e 4000 a.C. :-P

É PAU, É PEDRA...
Na Idade da Pedra, métodos anticoncepcionais e masturbação já faziam parte da rotina sexual

POSIÇÕES
Nada de papai-e-mamãe na Pré-História. Uma imagem encontrada em Ur, na Mesopotâmia, datada de 3200 a.C., mostra a mulher por cima, posição também encontrada em obras de arte da Grécia, do Peru, da China, da Índia e do Japão. Uma outra imagem pré-histórica mostra a mulher sentada com as pernas levantadas para facilitar a penetração do homem. A relação com penetração por trás também aparece com frequência, assim como imagens de sexo oral

CASAMENTO
No Paleolítico, a Idade da Pedra Lascada, os machos dominantes se casavam com várias mulheres, seguindo o comportamento de animais polígamos, como bisão e veado. Já no Neolítico, a Idade da Pedra Polida, a monogamia passa a ser predominante. Nessa época, os homens passaram a domesticar animais. Observando o estilo de vida dos bichos e o papel do macho na procriação, os homens passaram à monogamia.

MASTURBAÇÃO
Não faltam exemplos da prática do sexo solitário na Pré-História: há de estátuas a bastões fálicos talhados em madeira ou em pedra. Uma das estátuas, de Malta, mostra uma mulher se masturbando de pernas abertas por volta de 4000 a.C. Outra retrata um homem sentado descabelando o palhaço em 5000 a.C.

CIÊNCIA
Os homens usam plantas medicinais há pelo menos 40 mil anos. Não há provas diretas, mas arqueólogos desconfiam que plantas do gênero Aneilema eram usadas para evitar a gravidez, enquanto a borragem provavelmente já era usada para amenizar os sintomas da tensão pré-menstrual nas mulheres e como afrodisíaco para os homens.

HOMOSSEXUALIDADE
Pesquisadores apontam que a atividade homossexual masculina e feminina é comum em mais de 200 espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes e insetos, o que poderia indicar que também era praticada pelos homens pré-históricos. Entre os grandes macacos, como chimpanzés e gorilas, também rola sexo entre animais do mesmo gênero.

SEXO SELVAGEM
A relação do homem pré-histórico com os animais era bem próxima – até demais! Há uma pintura rupestre de cerca de 3000 a.C., em Val Camonica, na Itália, que mostra um homem copulando com um asno! Já na Sibéria aparecem imagens de homens copulando com alces – em uma das pinturas, o homem está usando esquis nos pés enquanto transa com o bicho.

MULHER MELANCIA ANCESTRAL
Os homens faziam estátuas eróticas que podem ser consideradas ancestrais da pornografia. A mais famosa é conhecida como Vênus de Willendorf: uma mulher de nádegas e peitos grandes com traços de corante vermelho, encontrada em uma região com traços de ocupação de até 40 mil anos atrás. Naquela época, a Europa vivia a Era Glacial, e as mulheres gordinhas teriam maior potencial de resistência, e por isso podem ter sido as gostosas da vez.

PAQUERA
Na hora da paquera, o homem pré-histórico já tinha à disposição cosméticos feitos de plantas, como a hena, usada nos cabelos. Sabe-se que extratos de beladona eram usados para dilatar as pupilas e, assim, chamar mais a atenção. Havia ainda pigmentos avermelhados, que destacavam partes da pele, e joias feitas de pedras, madeira ou dentes de animais.

CORPO A CORPO
Quando o homem virou bípede, o corpo passou a ter novos focos de atração sexual. Os peitos das mulheres, únicas fêmeas entre os primatas que têm seios permanentemente grandes, passaram a ser tão atrativos quanto a bunda. Assim, o ser humano passou a ser um dos poucos animais que fazem sexo cara a cara, enquanto outros bichos praticam o coito por trás.

Retirado do blog – conversandoumpoucodetudo.blogspot.com

Excelente post, que serve á reflexão.
O que mudou entretanto ?
O perfume francês. O terno italiano. O preconceito ?
As imagens nuas e cruas são semelhantes.
Somos levados a refletir sobre o que podemos entender por evolução e transformação.
Se toda a evolução exige transformação, nem toda a transformação pode ser observada como evolução.
Ou, confundimos adaptação com evolução ?